A estória recria a história das invasões francesas no principio do século XIX, sobretudo a estratégia do general Wellington em deter as tropas gaulesas na entrada a Lisboa. A estreia é esta 5a. feira (4 de Outubro) nas salas de cinema em Portugal, isto depois de ter-se estreado nos festivais de Veneza e Montreal. A película tem a particularidade de ter algumas cenas filmadas em Folgosinho, mais propriamente em território dos Casais de Folgosinho, em pleno coração da Serra da Estrela. De realçar ainda de alguns dos figurantes serem gouveenses.
terça-feira, 2 de outubro de 2012
domingo, 30 de setembro de 2012
Maratona BTT em Folgosinho - Inscrições em aberto
Decorre no próximo dia 11 de Novembro a Maratona BTT em Folgosinho, uma organização da corporação do Bombeiros Voluntários locais. As inscrições estão em aberto e para mais informações em : http://btt-folgosinho.blogspot.pt/p/inscricoes.html
Isenção nas Scut acaba amanhã
As isenções nas Scut acabam amanhã segundo veiculam os principais meios de comunicação, embora muita indefinição no ar. No entanto sabe-se que o governo estará a estudar novas formas de isenção possíveis para colocar em prática em Janeiro de 2013.
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Prémio Vergílio Ferreira entregue por ocasião de 5 de Outubro em Gouveia
João Morgado, vencedor do prémio literário Vergílio Ferreira 2012, receberá o respectivo dia 5 de Outubro e fará a apresentação do livro "Diário dos Imperfeitos". A cerimónia contará com a presença da Directora Regional da Cultura do Centro, a Srª Drª Celeste Amaro, e terá lugar no auditório da Biblioteca Vergílio Ferreira pelas 11h30. De realçar que o escritor é natural da cidade da Covilhã.
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Assembleia Municipal de Gouveia: Esta Quinta- Feira a noite será longa e "quente"
Os dados estão lançados, ou melhor os temas estão lançados, "apagão", nova Escola Básica e extinção de freguesias deverão "aquecer" o serão e a noite de quinta-feira. A Assembleia Municipal está marcada para as 20h00, vale a pena jantar mais cedo e assistir ao debate que se espera útil à sociedade gouveense. Será que o Dr. Joaquim Lourenço já tem uma resposta para dar ao Movimento GVA Apagão? E as freguesias, que destino terão as 22 freguesias do concelhos, quais se irão fundir? Terá Álvaro Amaro resposta para dar a João Amaro sobre a nova Escola Básica? Certo que sim...Espera-se sobretudo uma elevação no debate, nunca esquecendo o mais importante, os gouveenses.
domingo, 23 de setembro de 2012
A Entrevista: Movimento GVA Apagão respondeu ao Jornal O Herminio
Foi indiscutivelmente uma das decisões mais impopulares deste executivo, o "apagão" continua uma decisão incompreensível para muitos habitantes do concelho. O Jornal O Hermínio entrevistou o Movimento que mais lutou e continua a sua "luta". A conversa foi com Maria João Carvalho, um dos rostos do Movimento:
No
PASSADO Dia 7 de agosto foram entregues na Câmara Municipal de Gouveia as mais
de 600 assinaturas recolhidas pela ‘Petição contra o Apagão no concelho de
Gouveia’.
JH -Afinal
estes 100 mil Euros que CM Gouveia diz poupar com o APAGÃO, são devidamente
rentabilizados e lógicos?
GVA Apagão-
Lógicos
não são de certeza, porque esta medida é um regresso ao início do século.
Quanto ao valor poupado terá de perguntar ao Sr. Presidente.Atendendo que acaba por ser um movimento cívico, foi fácil encontrar um conjunto de pessoas com vontade para o desenrolar das acções e do próprio movimento?
GVA Apagão - Foi fácil
encontrar pessoas, facílimo! Há pessoas que querem estar envolvidas e estão
completamente fartas de “contar carneiros”. Espero que cada vez mais comecem a
acordar e a resgatar as suas vidas, no que diz respeito ao país, ao concelho,
ao seu bairro ou rua.
JH - Esperavam
mais assinaturas?
GVA Apagão - Foram
muitos os que não assinaram, não que concordassem com esta medida de poupança
que a Câmara ‘inventou’, mas, diziam as pessoas, por ‘medo’.
JH -
A Câmara
Municipal de Gouveia não deu importância ao movimento, consideram uma
desonestidade para com a população ou pelas pessoas envolvidas?
GVA Apagão -
Creio que
como táctica política é uma atitude muito fraquinha. Não estavam à espera, as
pessoas geralmente voltam-se para o outro lado e dormem… Mas agora há cada vez
mais gente com insónias. Imagino que chegar àquela Assembleia Municipal e ver
uma mini-manifestação de pessoas com cartazes e velas tenha sido um choque. Mas
no final levaram-nos a sério, não tenho dúvidas.
JH -
Algumas
pessoas em Gouveia consideram que este movimento e petição é trabalho em vão?
Concordam?GVA Apagão - As pessoas querem-se convencer que as coisas não mudam, deixa-as mais tranquilas. Não foi trabalho em vão.
JH - E algumas
consideram que existe tentativa de aproveitamento político, ele existe?
GVA Apagão - Nem por sombras! Como disse foi um movimento de pessoas. Como
não é habitual as pessoas ficam desconfiadas, não é?
Juntamente
com as assinaturas foi entregue uma carta, que referia “ A ‘Petição contra o
apagão nocturno no concelho de Gouveia’ tratou-se de um movimento cívico
desenvolvido pelos cidadãos deste concelho, sem cores políticas ou estigmas de
qualquer espécie, e que aproximou as pessoas, fazendo-as reflectir sobre os
problemas de Gouveia.”. Bastava ir à nossa página do Facebook para constatar
isso mesmo.
JH - Consideram que existe cidadania em Gouveia?
GVA Apagão - Claro que sim. Gouveia é um concelho de pessoas inteligentes. Terá de haver cada vez mais empenho. Quando as pessoas começam a sair do seu conforto e a participar começam a ‘gostar’ e a perder o medo, é esse o caminho.
JH - Consideram que existe cidadania em Gouveia?
GVA Apagão - Claro que sim. Gouveia é um concelho de pessoas inteligentes. Terá de haver cada vez mais empenho. Quando as pessoas começam a sair do seu conforto e a participar começam a ‘gostar’ e a perder o medo, é esse o caminho.
JH -Quais as
vossas ideias a contrapor a este Apagão, que soluções existem que levem à mesma
poupança sem que a CM Gouveia apague as luzes?
GVA Apagão - Na carta entregue é ainda dito “Reforçamos a nossa intenção
de que é importante desenvolver outras soluções de poupança de energia que não
afectem tão negativamente as populações. Em outros concelhos, por exemplo, há
igualmente cortes na iluminação pública, mas apenas 50% dos candeeiros são
desligados, mantendo um mínimo de visibilidade e poupando na factura final.
Este exemplo poderia ser seguido por Gouveia.”.
O Professor Joaquim Lourenço, que nos recebeu, disse-nos que
a Câmara está a fazer um esforço juntamente com os presidentes de junta para
elencar quais as zonas/postes que poderiam ser desligados para ir de encontro a
esta nossa sugestão. Estamos à espera… Creio que, quase dois meses, é tempo
suficiente para se fazer ‘a lista’ e se passar à acção. Espero que alguém se
lembre de perguntar na próxima Assembleia Municipal como está a correr esta
‘lista’! Nós cá estaremos para ver.
O Jornal O Hermínio agradece a disponibilidade ao Movimento e em especial à Maria João Carvalho.
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
"Embaixada" gouveense em Lisboa reúne em Assembleia Geral no próximo sábado
A Casa do Concelho de Gouveia, sediada na Avenida Almirante Reis n.º 2 em Lisboa reúne este sábado dia 22 de Setembro pelas 16h00, em Assembleia Geral. Os pontos da Ordem do Dia são a aprovação de relatórios e resultados de 2009,2010 e 2011 e ainda a eleição de novos Corpos Sociais. A direcção espera «forte adesão dos sócios», sobretudo « da juventude, um novo ciclo se irá abrir e para isso contamos com a presença de todos», segundo votos da actual direcção ainda em exercício. A instituição caminha para o 61º aniversário que irá ocorrer no próximo dia 1 de Dezembro.
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Linha da Beira Alta celebra 130 anos
Inaugurada a 3 de Agosto de 1882, a linha da Beira Alta tornou-se fundamental ao tecido económico, sobretudo o mercado têxtil, as estações de Nelas e Gouveia eram fundamentais ao escoamento do produto final vindo das unidades fabris de Seia e Gouveia. Mais tarde viveu a internacionalização com a passagem do SudExpress com destino a Paris. Ainda hoje o comboio circula, fazendo o eixo Lisboa-Hendaye que transbordava de passageiros nos anos 60 e 70. Hoje são mais as estações fechadas que abertas da Pampilhosa até Vilar Formoso. Nestes carris está muito da história de Portugal.
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